Gastronomia romana..

Menu

Cardapius tipicus

Iguaris exóticas constavam do menu de uma típica festa romana

Entradas
 Mariscos e ovos
 Mamas de porco recheadas com ouriços-do-mar salgados
 Pasta de miolos com leite e ovos
 Cogumelos cozidos com molho de peixe gordo apimentado

Pratos principais
 Gamo selvagem assado com molho de cebola, arruda, tâmara de Jericó, uva passa, azeite e mel
 Outras cozidas com molho doce
 Flamingo cozido com tâmaras

Sobremesas
 Fricassê de rosas em pastel
 Tâmaras secas recheadas com nozes e pinhões, cozidas em mel
 Bolos quentes africanos de vinho doce com mel
 Frutas


https://intercambistas.com/2016/11/10/pompeia-realiza-degustacao-de-menus-da-roma-antiga/

https://sapientia.ualg.pt/bitstream/10400.1/4948/1/Gostos%20antigos.pdf
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/29146/000775928.pdf


O sítio arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, realizará pelos próximos três meses uma degustação de um cardápio típico da Roma Antiga.

Chamado "Eatstory" (junção das palavras "comer" e "história" em inglês), o evento acontece sempre às terças e aos sábados e tem como objetivo elevar o número de visitantes na atração, que já superou a marca de 3 milhões de pessoas em 2016, recorde absoluto.

A experiência oferece receitas preparadas como antigamente, com produtos regionais e batizados com nomes em latim. Como entrada, podem ser degustados a "scribilita" (focaccia com ervas) e o "caseus caprinus" (queijo de cabra). Para o prato principal, uma das opções é "porcellum assus" (leitão assado) acompanhado de "patina de apua fricta" (bolinhos fritos de anchova). Já para a sobremesa, são oferecidas algumas frutas da região, como "mala granata" (romã) ou "pira" (peras). O "Eatstory" começou no último dia 5 de novembro e vai até o início de fevereiro, sempre das 9h às 15h30 (horário local).


 http://www.academia.edu/14956739/O_Vinho_e_a_Alimenta%C3%A7%C3%A3o_em_Roma


http://kibe-cozinhandocomamigos.blogspot.pt/2015/09/garum-um-molho-da-epoca-do-imperio.html

La comida en la Roma antigua ¿Qué comían los antiguos romanos?

In 7-Roma, Nuestros favoritos on marzo 14, 2012 at 22:51 Os dejamos un artículo muy sugerente e interesante sobre la comida en Roma. El artículo nos lo hemos traído de un blog que nos encanta: Arqueohistoria.

Antes de que aparecieran en las mesas de los poderosos exóticas viandas procedentes de lugares tan dispares como Guinea (faisanes), Persia (gallos), India (pavos), Hispania (conejos), Ambracia (corzos), Calcedonia (atunes), Tarento (ostras y almejas), Ática (mejillones) o Dafne (tordos), los romanos no conocieron más que los alimentos básicos que proporcionaba la tierra: cereales, legumbres, hortalizas, leche o huevos.

Cuando los recursos escaseaban, el alimento básico fue el puls durante más de 300 años. Se trataba de una especie de gachas de harina de trigo
Pero la glotonería y el despilfarro de comida en los que incurrieron los romanos de la época imperial no fue siempre así. Cuando los recursos escaseaban, el alimento básico fue el puls durante más de 300 años. Se trataba de una especie de gachas de harina de trigo. Este paupérrimo plato derivó, en los tiempos de mayor abundancia, hacia el puls iuliano, que contenía ostras hervidas, sesos y vino especiado.
El alimento básico de la sociedad romana era el trigo. En tiempos de Julio César (49-44 antes de Cristo), unos 230.000 romanos se beneficiaban de los repartos de este cereal (annona) con el que se producía la harina y, por consecuencia, el pan.
A su lado, otro alimento destacado en la dieta romana era el vino, aunque la ciencia por conservarlo estaba poco desarrollada. Como se agriaba con facilidad en las ánforas donde se almacenaba, se bebía con especies, o se servía caliente y aguado.
Quienes no se podían permitir grandes dispendios en tiempos de carestía desayunaban sopas de pan y vino. Estas abundaban: de farro, garbanzos y verduras, coles, hojas de olmo, malva, etc.
El romano que podía hacía un gran consumo de leche, de cabra o de oveja. Así como de las aceitunas. La carne más consumida era la de cerdo, a la que con el tiempo se le fueron sumando las de buey, cordero, oveja, cabra, ciervo, gamo y gacela. Incluso la de perro.
La dieta del romano durante la República apenas alcanzaba las 3.000 calorías, de las que al menos 2.000 procedían del trigo. Los ricos se aficionaban al consumo de carne condimentada con una serie de productos que iban determinando las características de la futura gran cocina imperial: pimienta, miel, coriandro, ortiga, menta y salvia.
Los romanos comían tres o cuatro veces al día:
  • desayuno (ientaculum),
  • almuerzo (prandium),
  • merienda (merenda) y
  • cena (cena)
Esta última era la más importante. Se hacía en familia, al final de la jornada. Uno de sus mayores placeres era una buena conversación en torno a la mesa. De la cena diaria a base de lechuga, huevos duros, puerros, gachas y judías con tocino se pasaba a una sofisticada cena de convite con invitados dividida en tres partes:
  • el gustus o aperitivo para abrir el apetito (melón, atún, trufas, ostras,…),
  • la prima mesa (cabrito, pollo, jamón, marisco, ….) que era el plato fuerte, y
  •  la secunda mesa, los postres.
  • La comida en la época Imperial

    Bocados de lujo eran el loro y el flamenco. Se evitaban las carnes de ibis y cigüeña porque devoraban serpientes, y la de golondrina, que comía mosquitos.
    En la época imperial nadie ponía coto a la gula ni al derroche en la mesa: pollos, gallinas y ocas se engordaban con harina hervida y aguamiel o con pan empapado en vino dulce.

    El pescado más apreciado fue el salmonete. Los pobres que no podían aspirar a las especies de mar o a las procedentes de los bulliciosos vivideros se consolaban con degustar las morrallas en salmuera (maenae).
    Los ricos comían mucho en casas de amigos, en los banquetes. Los pobres, por el contrario, a menudo lo hacían en la calle puesto que no siempre disponían de fogones ni pucheros en los que cocinar. Las algarrobas y los altramuces formaban parte de su dieta.
    La plebe solo accedió al consumo de carne en la época de Aureliano (siglo III), cuando se repartía gratis. Era de burro. La carne de buey se reservaba para la mesa de los pudientes.
    A modo de curiosidad, la llamada moretum, cuyos principales ingredientes eran queso de oveja, apio y cebolla, era la primera comida que hacían los recién casados.
 Fuente. Arqueohistoria





Vinum vita est


Interior de uma taverna em Pompéia
Interior de uma taverna em Pompéia

No auge do Império Romano, na época de Augusto (Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus, 63 a.C – 14 d.C) avaliava-se em um milhão o número de habitantes de Roma – capital do mundo e protótipo das metrópoles modernas. Os seus moradores enfrentavam problemas semelhantes ao que enfrentamos nas urbes hodiernas. O abastecimento de água e outros serviços públicos funcionavam satisfatoriamente, porém, o trânsito era caótico. O próprio Augusto teve que tomar uma medida drástica, proibiu a circulação de carroças que abasteciam o mercado durante o dia. Vamos lembrar que nesse tempo, a iluminação noturna era feita na base de tochas e que os ladrões e mulheres de vida fácil preferiam o período noturno para o exercício de suas vetustas profissões.
O bom romano geralmente não comia em casa. Depois de ir ao fórum para colocar a fofoca em dia e ser vítima de encontrões e esbarros nas vias, ele se alimentava em sítios parecidos com os botequins de nossas ruas. O fast food latino, a taverna, servia bons pratos de frutos do mar e grãos – é meu amigo, o Mc Donald’s não é ideia nova, com a vantagem de dieta mais saudável, nada de comida com gosto de isopor!
Afora a boa alimentação, nas tavernas servia-se o vinho, a bebida socializante que reunia ao seu redor o senhor e o plebeu, os oficiais pretorianos e seus soldados, magistrados e legisladores, governantes e conspiradores. O vinho era considerado pelo romano magnífico remédio para espíritos deprimidos e uma forma de se posicionar dentro de uma sociedade estratificada – cidadão, plebeus e escravos. “Vinum vita est”, dizia o novo rico Trimalquião ao apresentar seus melhores vinhos numa festa descrita por Petrônio no romance Satyricon.
Hoje, renovaram-se os dedos, mas os anéis são os mesmos. Depois de dois mil anos, o mundo mudou um pouquinho, mas não está tão civilizado como pretendemos e pensamos. Nosso planeta conta com sete bilhões de almas – com boa parte delas vivendo em megacentros urbanos e passando o sufoco de suas misérias. As sociedades ainda amarguram estratificações, a mais das vezes disfarçadas nos figurinos baratos dos plebeus e escravos pós-modernos. O trânsito é caótico em São Paulo, Nova Iorque, ou Nova Délhi, e por lá também circulam prostitutas e ladrões emprenhados em seus ofícios.
Em espírito nada mudou, piorou até, e isso devido à escala: se tínhamos a vaidade de um Trimalquião querendo afirmar o seu novo status quo numa grande festa, hoje temos vários novos ricos lançando mão da mesma estratégia. Caso você more em uma grande cidade, abra o jornal e verifique nas páginas dedicadas aos socialites quantos novos ricos existem por aí servindo rios de vinhos em festas cafonas para provar a nova condição social. Nada contra, é de graça e afinal vanitas vanitatum omnia vanitas. Mas que pelo menos sirvam vinho de boa qualidade, como os novos ricos romanos, pois nele está a vida e in vino veritas!

Expressões latinas neste texto
Vinum vita est : O vinho é vida.
In vino veritas: No vinho está a verdade (Alceu, poeta grego, 630 – 580 a.C.).
Status quo: O estado em que… (como era utilizado em latim, no sentido de coisa anterior)Hoje utilizamos essa locução para posição (social, status) ou conjunto de direitos e deveres.
Vanitas vanitatum et omnia vanitasVaidade das vaidades e tudo é vaidade. Palavras do livro bíblico do Eclesiastes, “Vanitas vanitatum, dixit Ecclesiastes, vanitas vanitatum et omnia vanitas”. Aqui, vaidade pode ser traduzida por futilidade ou fugacidade das coisas terrenas.







Comentários

Mensagens populares